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quinta-feira, 18 de julho de 2013

CASAMENTICES #5


Essa é só pra descontrair!

Tá, que ninguém a-go-en-ta mais a música do "pre-para... que agora... é hora..." (cantou, né? Cantou sim que eu sei!), mas ainda assim, eu simpatizo com a menina. Sei lá, eu tenho um gosto musical muito duvidoso!
Aí que eu vi que a moça, finalmente, estaria lançando uma nova música e fui contar a novidade pro Gus.

Eu: Gus, sabe a Anitta, aquela que canta a música do pre-para? Então, ela lançou uma música nova.
Gus: É mesmo? Qual música agora?
Eu: Ainda não ouvi, só sei que o nome é "Não para".
Gus: Não para, que agora, é hora...



Tem como não amar o Gustavo?

Beijos poderosos,
Alyne
(aquela que fica triste em saber que o marido nem lê o blog dela... snif snif... mas pelo menos tenho vocês, meus 80 seguidores que leem!)

domingo, 7 de julho de 2013

EMOÇÕES CASAMENTÍCIAS!

Este fim de semana tive a honra e o prazer de participar de um dos casamentos mais emocionantes que já presenciei!
Primeiro deixa eu contar direitinho o porquê de tanta emoção!
Conheci a Jaqueline, a noiva, em 2004, quando entramos na faculdade.
A Jaq sempre muito quietinha, na dela, super estudiosa! A garota mais cor de rosa que conheci!
A gente se aproximou mesmo em 2005, no segundo ano, quando mudamos de sala e ela e a Lu se sentaram mais próximas da Fabi e de mim. Depois disso, nada mais separou este quarteto!

Foto tirada em 2007, fim da faculdade: 
Xaq, Fabiolete, Murakami e eu.
Saudades do tempo de magreza!

Das quatro (sim meninas, vamos admitir!) a Jaq sempre foi a mais estudiosa e aplicada.
Como toda relação, também tivemos nossos altos e baixos. Eu já quis esganar minha amiga quando ela me lembrava de horários e prazos. Mas se não fosse por ela, eu jamais teria concluído a faculdade, e ela sabe disso. Já te disse isso uma vez, amiga, e repito: obrigada por me manter na linha!


Essa eu acho que foi em 2007, Murakami, Xaq e eu. A primeira vez que declarei todo meu amor pra Xaq!

2013, refazendo a foto, com muito mais amor!

Ela começou a namorar o Neto. Um mês depois, eu comecei a namorar o Gus.
Passamos pelas mesmas fases de namoro, pela paixão do começo, pela ansiedade do compromisso! Só que a Jaq tinha uma coisa além que eu sempre admirei muito: a dedicação do namoro à distância!
Nem por muito amor eu conseguiria ter feito tudo o que ela fez! Era a semana inteira esperando chegar o sábado pra viajar! Pra ver o Neto! Pra ir, como eu tiro sarro, pra Xaraquá (que é onde só tem xente poua igual a Xaq!).
Era frequente perceber a dedicação dela pra esse namoro, por esse amor!
E o tempo foi passando... a Fabi casou... eu casei... e a gente sempre na espera da data!

No casamento da Fabiolete, em 2008!

No nosso casamento, em 2010!
(e o sapato vermelho que invejo muito!)


Até que este ano, em segredo, ela me confidenciou pelo bate-papo: marcaram a data!
AAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!
Que emoçaum!!!! O Gus levou um susto do grito que eu dei quando soube!
Liguei na hora pra ela e gritei:
AAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!
Parecia que era eu que iria casar, de tão feliz que eu fiquei!
E acompanhei, mesmo de longe, a mesma dedicação do namoro se transformar em detalhes para o casamento. O mesmo amor, a mesma alegria sendo colocada em cada lacinho amarelo!
Quando vi ela recortar papeizinhos, os olhinhos dela brilhavam como quando ela conheceu o Neto!
Vi de novo aquela paixão nela, aquele amor tão lindo e que ela soube cultivar tão bem!
Na cerimônia eu agradeci pela brilhante ideia de deixar lencinhos de papel. Faltou lencinho, amiga. Músicas tocadas no violino me fizeram emocionar como há tempos eu não sentia. Eu estava nervosa! Queria saber como ela tinha ficado! Como era o vestido? As unhas? Ai meu Deus, ela vai usar os óculos ou não?
Eu quase não consegui fotografar quando vi ela entrando... Ela, que é tão pequenininha, parecia uma modelo de dois metros de altura, confiante, conduzida lindamente por seu pai. Sem óculos!

Estava linda demais!

A festa... eu não poderia esperar menos! Cada fitinha, cada recadinho, cada mimo, tudo tinha a mão da Jaq!

O baile foi uma diversão! E eu que achava o Neto um rapaz tão sério, me surpreendi com a dancinha alemã da "marreca"!
Voltei pra casa, além de emocionada, feliz, por saber que minha amiga realizou o sonho de se casar com o grande amor da vida dela com todos os detalhes que ela tinha direito!

Jaque, minha amiga...  deixar que eu participasse desse momento especial da sua vida foi o melhor que você poderia ter feito por mim! Ter presenciado tanto amor é como se renovasse nosso estoque de boa vontade e alegria!
Eu desejo à vocês que esse companheirismo mútuo seja pra vida toda! Que vocês possam contar conosco sempre sempre! Que Deus seja presente em todos os momentos!

Super casadinhos da Silva Nagel!

Um beijo,
Alyne
(aquela que agora vai começar a encher o saco da Lu Murakami pra casar!)

P.S.: Fabiolete, a gente nunca te esquece!

Espaço da Fabi em 2008!

Espaço da Fabi em 2013!


quinta-feira, 4 de julho de 2013

CASAMENTICES #4

Olá meus amiguinhos e inimiguinhos! Tudo legals com vocês?

Gentes, tem tanta coisa pra colocar em dia no blog... mas é tanta coisa que eu fico cansada só de pensar... tenham paciência que um dia eu faço!

Pra voltar aos poucos, vou contar um causo que rolou ainda agora.
Aqui em casa dividimos as levadas da cã pra fazer xixi na grama. Eu levo de manhã e o marido leva à noite.
Mãs... esta semana ele está viajando, e o passeio da noite sobrou pra mim também.
Quem tem marido que viaja sabe como é: a gente fica sozinha em casa, dá aqueeeela preguiça monstra de se arrumar tal e tal...
Fui levar a cã pro passeio "notúrnico" dela e cruzei com um vizinho no corredor. O cara levou um susto quando me viu, deu boa noite e saiu se descambelando (que palavra é essa, gente? Existe? Se não, acabei de inventar!) entrou no elevador e nem olhou pra trás. Eu e cã demos de ombro e continuamos nosso caminho.
Passamos pelo porteiro, que deu um boa noite de cabeça baixa, me olhou, aí olhou de novo, e abriu o portão. Cã nem ligou, seguimos pra grama. Depois de tudo feito, voltamos e o porteiro continuou me olhando feito assombração. Mas ok, o cara é estranho mesmo.
Só quando cheguei no elevador e me vi no espelho que entendi. A cena deve ter sido mais ou menos essa:


É que eu dormi de rímel e esqueci de tirar.
Fim.

Beijos descambelados,
Alyne
(aquela que se puder, nem tira o pijama quando o marido viaja.)

quarta-feira, 5 de junho de 2013

COLESTEROL: O RESULTADO FOI...



Minha gente!!!
Refiz meus exames de sangue!!!
Primeiro, deixa eu situar vocês...
Meu colesterol sempre foi alterado. Não estava altíssimo, mas sempre ali, no limite. Um pouquinho da genética me atrapalha também, claro, mas tenho que admitir que grande parte da culpa é minha.
Pra casar eu me esforcei e perdi um pouco de peso. Infelizmente eu não me lembro quanto estava pesando, mas acredito que estava como agora, ou um pouco menos, por volta dos 63 quilos.
Mas um pouquinho depois veio aquela maldição que todos os recém-casados recebem: os quilos aparecem do nada! (tá, do nada não é, mas vamos partir daí, ok?)
Comecei a trabalhar, ganhando um pouquinho melhor... no restaurante do trabalho tinha um freezer de sorvetes, uma tentação no verão!
Todo dia eu comia um Mega! To-do-di-a!

Ai que tentação...

E a janta? Que janta, minha gente? Cada dia era um lanche diferente: cachorro-quente, batata assada, pizza, lasanha congelada, esfiha...
Confesso: eu desleixei bonito!
Cheguei aos 68 quilos e colesterol 300, sem esforço, em poucos meses.
Foi então que comecei a controlar o lipidograma. Levei um baita pito do médico porque não estava me cuidando. Então comecei a cuidar. Fiz uma dietinha, comprei comida congelada de uma empresa de nutrição, fiz esteira... Dois meses depois, perdi um mísero quilo e o lipidograma piorou drasticamente! Meu colesterol foi pra 315!!!
Aí que larguei os bets de vez... Se cuidando piorava, parei de cuidar de vez e me rendi ao mundo engordativo!
Só que nessa viagem fui para os 72 quilos (pra 1,60m de gente), começou dor nas costas, enxaqueca, dor nas articulações, mal humor, baixa auto-estima... piorou tudo, tudo, tudo!
Então, como vocês sabem, em janeiro começamos aqui em casa a Reeducação Alimentar!
Se foram 8 quilos, e ainda faltam mais uns 6 pelo menos este ano pra entrar no peso normal.
Essa semana refiz meus exames, comparei com os antigos, e olha o resultado:



Preciso dizer quão feliz estou?
EU TO MUITO FELIZ DA VIDA!!!!
Ainda falta um pouco pra entrar nos limites, mas tenho certeza que mais 6 meses eu consigo melhorar bem esses resultados!

E como sempre, se eu consigo, você consegue!
Tenta também! Aposto que você vai gostar!

Beijos magrinhos,
Alyne
(aquela que quer emoldurar o resultado do lipidograma e pendurar na parede da sala!)

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Ocupação atual: "reeducanda" alimentar

Fico feliz que muitas pessoas me procuram pra saber como estou fazendo pra emagrecer.
O estranho é algumas não acreditarem que realmente a gente come de tudo!
Sim, pissouas! A reeducação alimentar NÃO é uma dieta de poucos dias pra você emagrecer loucamente praquela festa e voltar pro seu cardápio habitualmente povoado de gorduras (infelizmente, ou não).
Quem decide enfrentar a reeducação alimentar firma um compromisso consigo mesmo para o resto da vida. E por mais que isso parece demais ao ouvir pela primeira vez, eu tenho muito orgulho em ver que se passaram 6 meses desde que começamos vida nova alimentícia e não tenho vontade nenhuma de voltar atrás! :)

Pra ficar mais fácil, pense na reeducação alimentar como uma profissão!
Sim, sua ocupação atual é aprender a comer direito!

Neste momento, eu sou uma estagiária da reeducação alimentar! Pelas novas leis de estágio, após 6 meses tenho direito a férias - remuneradas! - e é isso que farei: vamos viajar por 20 dias, e nesse período, além de ser inviável, nem terei tempo de pensar em reeducação!
Isso não quer dizer que vou enfiar o pé na jaca e viver de croisssant e queijo (quem me dera!), mas não vai dar pra ficar fazendo saladinha toda noite. Paciência... quando voltar eu entro nos eixos de novo!

Já que sua profissão é comer bem o resto da vida, funciona como um emprego normal: algumas vezes, uma cag**a vai acontecer. No problems! Peça desculpas e tente não repetir o erro!
Haverá tempos em que tudo vai parecer um saco... mas também terão momentos felizes, tempos de férias, aumento de salário - equivalentes à perda de peso -, de elogios da chefia (nuooooossa! como você emagreceu!!!), momentos em que tudo o que você aprendeu fica super fácil de fazer!
E quando você ver, estará passando pra gerência e já vai estar ensinando o "serviço" pra outras pessoas!

Eu estou na batalha pela minha efetivação! Ainda estou no estágio probatório, mas pelas avaliações, tenho grandes chances de carimbar minha carteira!


Faltam 6 dias pra supermegaviagem!!!! S-E-I-S-D-I-A-S!!!!

kisses, baci e bisous,
Alyne
(aquela que tá aceitando desejos e boa viagem e abraços - até virtuais!)

quinta-feira, 23 de maio de 2013

RECEITINHA SAUDÁVEL: Couve-flor com frango

Me perdoem, meus queridos fãs, não-fãs, amigos, inimigos e recalques!!!
Eu sei que tava devendo essa receita (e estou devendo outras também!) e não foi nem por falta de tempo não... eu esqueci! Sorry, sorry! Mas tá aqui a receita, dá pra fazer no fim de semana e evitar aquela delícia engordativa lasanha!

Ingredientes:
Olha, basicamente vai frango e couve-flor, a quantidade você que vai definir. Aqui eu usei uma cabeça de couve-flor e duas coxas com sobre-coxa de frango.
- tomate
- requeijão
- batata-palha
- temperos de sua preferência (azeitona, cebola, cheiro-verde, alecrim, pimenta, etc, etc, etc...)

Preparo:
Pré cozinhe o frango, com sal e seus temperos preferidos. Eu uso coxa e sobre-coxa porque eu prefiro, mas tem gente que gosta mais do peito. Eu acho que fica muito seco, mas vai da sua preferência.
Enquanto o frango cozinha (usa a panela de pressão, boba! É rapidinho, 10 minutos já tá bom!), vá montando o fundo do refratário com couve-flor. Vá cortando os "galhinhos" e fazendo uma cama. Usei a couve-flor crua mesmo. Zóia:
cortando os galhinhos

fazendo a caminha


Depois do frango cozido, desfie e refogue com cebola e todos os temperos que você achar na casa:


No fim, coloque o requeijão. Eu usei o light (e recomendo que faça o mesmo!). Ah, e experimentei esse tomate orgânico! Nada de mais, só é mais prático! Joguei junto com o frango pra refogar:

não tô ganhando nada em fazer propaganda. Ainda!


Aí espalhe por cima da couve-flor:

No fim eu espalhei batata-palha e coloquei pra assar. Uns 15 minutos já é suficiente, porque a couve-flor está crua. Se você cozinhar antes, acredito que nem precisa de forno.
Esse branquinho aí em cima é palmito, e essa linda-mega-blaster-fofis flor foi feita das folhas da couve que eu tirei. Coloquei depois de pronto.
Sim, comi a flor depois.

Ficou muito, muito bom!

Beijos couve-floridos,
Alyne
(aquela que anda se aventurando na cozinha que é uma beleza!)

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Eu e minha horta!!

Nunca na minha vida consegui cuidar de uma horta!
Eu até tentei algumas vezes cuidar de plantas. Minha amiga Miriam uma vez me deu um bonsai. Em uma semana eu já tinha percebido que não ia ter jeito pra coisa. Bonsai, que Deus o tenha.
Quando casei, até tentei plantar uns temperinhos.  Bo-bi-nha! Imagina que eu ia dar conta de regar duas vezes por dia, colocar o balde no sol, tirar antes do sereno todo dia? Hahahahhahaaaa!!! Se você não acreditou, imagina eu!
Aí que quando mudei pro nosso novo apErtamento, e que tinha uma sacadinha maneira que dava pra fazer uma zona consideravelmente contida sem trazer terra preta pra dentro de casa, fiquei me ensaiando pra fazer a tal da horta.
Eis que no natal de 2012 ganhei uma cesta da minha mãe. Tinha um tanto de temperos e a primeira coisa que pensei foi: "que que eu vou fazer com isso???? Onde minha mãe tá com a cabeça de me dar isso???"
Deixei a cesta lá. Por uma semana. Nem olhei pra ela e as mudas nunca falaram nada (haha.)
Aí começou o projeto reeducação alimentar aqui em casa. Muita comida natural, muitos gostos novos... até que por falta de temperos na geladeira, recorri à horta!
Como que eu nunca na minha vida cogitei colocar temperos criados em casa por mim mesma na minha própria comida feita por myself???  Como consegui sobreviver por longos 30 anos sem nunca ter sido apresentada ao manjericão, aquele lindo????
No dia seguinte resolvi cuidar da mini-horta. É fato que algumas das plantinhas não suportaram tanta negligência da minha parte e morreram. Outras foram embora sem dar tchau e não deixaram telefone. Mas algumas foram resilientes! Ficaram lá, firmes, esperando a boa vontade de eu dar água e um pouquinho de atenção!
A partir daquele dia, cuidar dessas fofinhas virou uma terapia pra mim. Toda manhã, antes de tomar café, eu vou regar minhas folhinhas, converso com elas (eu converso até com meu cachorro tá? E daí???), dou um confere nas praguinhas, nas folhas secas que caíram... Consigo até saber se a direção do vento está ideal pros galhinhos novos!
Hoje troquei de novo a caminha delas... se antes elas vieram em copinhos plásticos, hoje precisei de vasos muito maiores! Estão cada vez mais lindas!
E tenho que agradecer minha mãe, claro! Antes de eu mesma saber, ela já sabia que eu precisava dessas plantas na minha vida! Brigada mãe!, brigada mesmo! To super orgulhosa de mim!
E olha que bacana meus morangos florindo! Tive que mudar porque minha cã é meio natureba e adooora fuçar minhas plantinhas... vamos ver se dura!



Beijos floridos,
Alyne
(aquela que quer uma fazenda de manjericão! E outra com couve!)