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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Eu e minha horta!!

Nunca na minha vida consegui cuidar de uma horta!
Eu até tentei algumas vezes cuidar de plantas. Minha amiga Miriam uma vez me deu um bonsai. Em uma semana eu já tinha percebido que não ia ter jeito pra coisa. Bonsai, que Deus o tenha.
Quando casei, até tentei plantar uns temperinhos.  Bo-bi-nha! Imagina que eu ia dar conta de regar duas vezes por dia, colocar o balde no sol, tirar antes do sereno todo dia? Hahahahhahaaaa!!! Se você não acreditou, imagina eu!
Aí que quando mudei pro nosso novo apErtamento, e que tinha uma sacadinha maneira que dava pra fazer uma zona consideravelmente contida sem trazer terra preta pra dentro de casa, fiquei me ensaiando pra fazer a tal da horta.
Eis que no natal de 2012 ganhei uma cesta da minha mãe. Tinha um tanto de temperos e a primeira coisa que pensei foi: "que que eu vou fazer com isso???? Onde minha mãe tá com a cabeça de me dar isso???"
Deixei a cesta lá. Por uma semana. Nem olhei pra ela e as mudas nunca falaram nada (haha.)
Aí começou o projeto reeducação alimentar aqui em casa. Muita comida natural, muitos gostos novos... até que por falta de temperos na geladeira, recorri à horta!
Como que eu nunca na minha vida cogitei colocar temperos criados em casa por mim mesma na minha própria comida feita por myself???  Como consegui sobreviver por longos 30 anos sem nunca ter sido apresentada ao manjericão, aquele lindo????
No dia seguinte resolvi cuidar da mini-horta. É fato que algumas das plantinhas não suportaram tanta negligência da minha parte e morreram. Outras foram embora sem dar tchau e não deixaram telefone. Mas algumas foram resilientes! Ficaram lá, firmes, esperando a boa vontade de eu dar água e um pouquinho de atenção!
A partir daquele dia, cuidar dessas fofinhas virou uma terapia pra mim. Toda manhã, antes de tomar café, eu vou regar minhas folhinhas, converso com elas (eu converso até com meu cachorro tá? E daí???), dou um confere nas praguinhas, nas folhas secas que caíram... Consigo até saber se a direção do vento está ideal pros galhinhos novos!
Hoje troquei de novo a caminha delas... se antes elas vieram em copinhos plásticos, hoje precisei de vasos muito maiores! Estão cada vez mais lindas!
E tenho que agradecer minha mãe, claro! Antes de eu mesma saber, ela já sabia que eu precisava dessas plantas na minha vida! Brigada mãe!, brigada mesmo! To super orgulhosa de mim!
E olha que bacana meus morangos florindo! Tive que mudar porque minha cã é meio natureba e adooora fuçar minhas plantinhas... vamos ver se dura!



Beijos floridos,
Alyne
(aquela que quer uma fazenda de manjericão! E outra com couve!)

sábado, 11 de maio de 2013

~Feliz~ Dia das Mães




Eu ia escrever aquela velha história que todo mundo sabe, que Dia das Mães é lindo, que minha mãe é maravilhosa, que a amo, que sou muito feliz por tudo que ela me fez a vida toda, etc, etc, etc...
Mas não. Mudei de ideia no sábado à tarde.
Fui levar minha mãe pra tomar uma café colonial. Lá eu vi a dona Christiane Yared, mãe do Gilmar Yared, que foi morto em maio de 2009 juntamente com Carlos de Almeida.
Eu tive vontade de ir até ela e abraçá-la, de dizer pra ela que apesar das circunstâncias, admiro a garra dessa mulher que tenta com todas as suas forças não deixar essa estupidez morrer no esquecimento.
Mas não fiz nada. Continuei tomando meu café junto com minha mãe, voltamos a falar coisas do cotidiano e assim passou o dia.
Mais tarde lembrei também de duas amigas de infância, irmãs, que perderam prematuramente sua mãe, exatamente na semana do dia das mães, e também, por uma irresponsabilidade no trânsito.
Claro, quero desejar a todas mães do mundo, sobretudo a minha, que tenha não só um maravilhoso dia, mas uma vida toda cheia de abraços, carinhos, conversas, sorrisos, flores e felicidades!
E mais do que isso, desejo que todas as mães consigam comemorar todos os dias com seus filhos, e que os filhos possam abraçar suas mães sem restrição, e que nenhuma estupidez como essa possa atrapalhar o curso da vida de ninguém, principalmente por irresponsabilidade.
Dona Christiane, deixo aqui meu abraço de solidariedade. Não sou mãe, mas sou filha, e gostaria que ninguém no mundo tivesse essa separação abreviada por conta da certeza da impunidade no Brasil.
Mãe, te amo! Que seja possível que estejamos sempre juntas em todas as ocasiões! Obrigada por tudo!

Minha hermana, minha "mamai" e eu!


E se você não assinou ainda, por favor, acesse e assine para que as leis de trânsito sejam mais duras pra quem merece:

Beijos,
Alyne
(aquela que ainda é mãe só da Wendy!)

minha "filha" linda!




segunda-feira, 22 de abril de 2013

PARANÓIA ADIPOSA

foto meramente ilustrativa


Eu espero, do fundo de todas as minhas células adiposas (do alynês: banha; gordura; bucho; pochete) que estas coisas também aconteçam com vocês, amigas e inimigas, pra que eu não me sinta neurótica sozinha!

- por que é que de manhã acordamos tão magras e definidas? E por que dois minutos depois de levantar da cama essa magia vai embora?
- por que passamos a semana com o peso legal, e bem no dia que tem aquela festa bacana parece que estamos 10 quilos a mais?
- a roupa fica linda no espelho da sua casa. Vá pra festa com ela e tire uma foto e de repente ela te faz parecer 20 quilos a mais. Why, God, why???
- você fica um mês controlando seu cardápio, usando balança de precisão mais do que o traficante do morro, comendo mais capim que cavalo no pasto,  correndo mais do que o Usain Bolt, e no dia da consulta com a nutricionista parece que nada fez efeito!
- todo mundo te acha mais magra, menos você.

Diante do exposto, estou definindo para minhas """queridas""" células adiposas que:
- só irei nas festas que tenham cobertura fotográfica que aconteçam de segunda a quinta-feira, se possível, de manhã (que é quando acordamos magras e definidas por 2 minutos).
- Não vou mais marcar consulta com a nutricionista, ela que venha me ver quando eu acordar linda, deslumbrante, magra e definida!
- deslizes alimentícios engordativos estarão limitados a uma vez ao mês! E olhe lá!

Vou explicar do porquê disso tudo, mas antes, vejam essa foto de 16/03/2013:
eu estou com 66 quilos nesta


Aí fui encontrar minhas amigas... E agora olhem essa, de 20/04/2013, um mês depois e dois quilos a menos:

Estou do lado direito, de camisa salmão e 64 quilos


O que pensar?? LÓGICO que foi essa máquina fotográfica marota que sacaneou comigo e me fez parecer 200 vezes maior do que sou! Até agora estou procurando uma explicação plausível pra isso!
(estou esperando as outras fotos que comprovem que foi armação do garçom essa foto horrorosa minha!)


Beijos diet,
Alyne
(aquela que a 8 quilos atrás recortava as fotos na altura do peito pra não mostrar o tamanho real!)

quarta-feira, 17 de abril de 2013

PERFEIÇÃO

Oi pissouas!
Já faz um tempo que eu notei como idealizamos as coisas... não sei se isso está acontecendo de um tempo pra cá, ou se sempre aconteceu isto, mas parece que tá meio "ah, se as coisas fossem assim...ah, se as coisas fossem assado... se fosse do meu jeito, seria perfeito!"
Tá difícil de agradar a maioria! Desagradar tá fácil, hahahha!
Aí que nos meus momentos relax na minha bolinha de Pilates no banho (sim! eu tenho uma bola de Pilates e eu levo pro banho, que que tem???) eu sempre fico pensando como seria o mundo ideal?
Cada um teria uma resposta diferente... mas no MEU mundo ideal seria assim:
  • ninguém usaria dinheiro. Todo mundo faria trabalho voluntário.

  • Doação de órgãos não seria uma opção: morreu, foi-se. Dá pra quem precisa.
  • as mulheres não teriam que esperar pra saber se estão grávidas. Tá grávida, o xixi muda de cor. Azul pra menino, rosa pra menina. Pronto, sem stress.

  • aliás, pra ter filhos todos teriam que cursar uma faculdade e ter uma habilitação (com presença de 75%, no mínimo!)
  • Chocolates e coisas engordativas teriam gosto de jiló, e jiló teria gosto de chocolate e coisas engordativas.

  • todos aprenderiam linguagem dos sinais desde a pré-escola.
  • licença-maternidade e licença-paternidade de dois anos, ou mais! (mas se o trabalho fosse sempre voluntário como eu queria, nem ia precisar!)
  • mulheres não seriam tão competitivas entre si, e o #mimimi seria extinto
  • amor seria amor, aceito universalmente. E ponto.
  • não existiria padrões de beleza físico - somente intelectual.
  • as pessoas morderiam as suas próprias línguas antes de fazer comentários inoportunos, vexatórios e/ou sem noçãum.
  • o mundo estaria sempre na temperatura ideal de 16° a 18°, sol ameno, chuva com hora marcada e a praia seria sempre verão!
  • Transporte à la Harry Potter: já que quase não temos lareira em casa, vai via microondas mesmo.

  • a internet no celular funcionaria sempre!
  • e pra fechar: algum mecanismo impediria as pessoas de ficar compartilhando coisas sem sentido, lendas sem fundamento, pedidos de doações falsos, fotos de doenças inventadas e sorteios imaginários!
(Todo pedido de compartilhamento pra receber dinheiro no Facebook É FALSO!)


Que cês acham? Já melhorava né?

beijos utópicos,
Alyne
(aquela que tem fé na humanidade. Pouca, mas ainda tem.)

sexta-feira, 12 de abril de 2013

CASAMENTICES #3



Olá, meu nome é Alyne e desde os 18 anos eu não tenho mais amígdalas.
Que triste né?
Enquanto as pessoas normais que ainda tem amígdalas sentem a infecção bem no comecinho, euzinha, que não tenho mais indicativo, só sinto que estou doente quando a danada já está mais avançada.
Não tenho mais amigdalite, agora só tenho faringite, ó que chique!

Aí hoje acordei super mal, a garganta arranhando mais que gato indo pro banho, febrinha...
Marido já tinha saído pra trabalhar, mandei uma mensagem pra ele no celular:
"aaaaaahhhhhhh minha garganta!!! Eu vou mó-rrê!"

Eis que recebo essa "fofa" resposta:
"Não vai não... faz um gargarejo com água quente, limão e sal que passa, palavras da minha avó, que nunca funcionou."

Ai ai... é muito amor, viu?

beijos só de longe,
Alyne
(aquela que quando está doente fica imprestável e cheia de #mimimi)

quinta-feira, 11 de abril de 2013

VISTO PAPARAMERICANO!

Oi galere!!!
Enquanto os preparativos pra Eurotrip ainda estão acontecendo, vou contar pra vocês como foi tirar o visto americano. YES! WE CAN!
Olha, não foi complicado não... foi meio trabalhoso, é verdade... mas diferente do que eu imaginava (e de tudo que já passei na burocracia brasileira) tirar o visto americano foi uma das coisas mais organizadas que já passamos!
Primeiro de tudo, pagamos uma taxa (R$320 por pessoa), que agora é única.
Após confirmação do pagamento, é preciso preencher um formulário chamado DS-160. Fiquei muito apreensiva, por medo de responder alguma coisa errada, além do mais, estava usando o tradutor do Google Chrome, já pensou se coloco uma besteira?
Mas conforme você vai preenchendo dá pra ver que é só uma mera formalidade. Algumas perguntas são muito intrigantes... "Você já participou ou pretende participar de ataques terroristas?"
Meu! Mesmo que eu tivesse a intenção (Tio Sam, não, eu não tenho intenção não, não me prenda!) você acha que eu colocaria isso no formulário?
"Você já participou de ataques com armas químicas?" Oi??? Sério mesmo que vocês querem que eu responda isso? Queria taaaaanto saber o que aconteceria com alguém que marcasse sim!
Continuando... agora pra tirar visto americano é preciso duas etapas: entrega de documentos e entrevista.
O problema é que em Curitiba não tem atendimento para visto. O local mais próximo é em São Paulo, e para lá que fomos.
Saímos cedo no domingo, porque o local de entrega de documentos excepcionalmente abre neste dia. Chegamos com meia hora de antecedência como solicitam, e fomos atendidos na hora! O pessoal é bastante solícito, dão informações, tudo bem legal!
Primeiro eles olham se você preencheu a DS-160, depois se realmente está agendado praquele dia, horário e local, carimbam seu papelzinho, tira foto, colhe as digitais (igualzinho no Detran, só que melhor) e pronto!
No dia seguinte fomos pra temida entrevista!
O Gus passou mal de nervoso, eu também, afinal, já nos assustaram tanto com isso!
A minha amiga Mari me ajudou muito nisso! Deu todas as dicas, e todas elas funcionaram!
Por medo do trânsito (São Paulo, minha gente...) saímos duas horas mais cedo. Deixamos o carro no estacionamento, porque tínhamos mala, notebook, etc, e ficamos com medo de deixar na rua. Chegamos lá e já te direcionam pra fila, super tranquilo.
Olharam nossos passaportes, o papelzinho do agendamento, ficaram com isso e nos mandaram pra outra fila, que ficamos até dar um certo horario.
Quando liberaram, entramos num grande pátio e aguardamos nos chamarem.
Quando chamaram o nome do Gus, fui junto, pegamos os passaportes e fomos pra fila das entrevidas (mesmo que você agende individualmente, as famílias podem fazer a entrevista todos juntos, e confesso que isso me deu um grande alívio).
Eu tenho um sério problema de surdez nervosa (acabei de inventar essa doença). Quando estou nervosa ou sob pressão, meu cérebro da tilt e fecha meus ouvidos, e eu não entendo nadinha do que a pessoa fala! Só vejo a boca mexer, o som sair, mas as palavras não fazem sentido. A pessoa tem que ter paciência e repetir algumas vezes até que eu entenda (e pode ser até que eu responda algo que nada tema ver com a pergunta!).
Indo com o Gus, talvez não fosse um problema.
Nesse momento é nítido o clima tenso no ar! To-do-mun-do fica só de butuca na conversa dos entrevistadores pra saber o que perguntam!
Sabe aquelas cabines que aparecem em filmes, de visitas de presidiários? É bem assim! Mas a gente fica em pé pra falar e não precisa pegar no telefone, já tem microfone (o que faz com que todo mundo escute o que perguntam e o que você responde).
Enquanto estávamos na fila, ouvindo as perguntas, mentalmente já nos preparávamos para o que iam nos perguntar. Percebemos que tinham dois entrevistadores mais bacaninhas, faziam piadinhas, etc... guichês 6 e 7. Ficamos torcendo pra cair em um dos dois!
Foi então que ouvimos um dos entrevistadores perguntar em inglês e a pessoa responder em inglês!
Meeeeeeeeeeeeeeeuuuudeudocééééééu!!! F*deu!!! E agora???
Eu não sabia o que era pior: o Gus tentando ME acalmar ou ele tentando SE  acalmar!
Acho que nem em turbulências o Gus deve ter rezado tanto quanto naquela hora!
Aí chegou nossa vez: "Guichê 6!"
(pausa pra comemoração interna! Ihaaa!!! - o Gus me proibiu de grandes demonstrações de alegria em território consular #mimimi)
Já cheguei no guichê com um belo dum "bom dia!", pra eles verem o quanto somos legais, ricos e queremos gastar muito na Disney (só que não). Vejam como se passou:
Entrevistador: Bom dia! Pra onde vocês pretendem ir?
Gus (mais nervoso que terrorista): Turismo!
Entrevistador: Sim, mas pra onde?
Eu (com medo de falar besteira): pra Disney!
Entrevistador: O que o senhor faz, sr. Eli?
Gus: sou engenheiro.
Entrevistador: é formado?
Gus: sim, sou engenheiro civil.
Entrevistador: senhora Alyne, a senhora trabalha?
Eu: não, sou dona de casa.
Entrevistador: Então trabalha muito! (beijo pra você, senhor entrevistador! Ganhou meu respeito!)
todos rimos!
Entrevistador: por favor, coloquem as digitais pra confirmação. Visto concedido, boa viagem!

Juntamos toda a papelada que levamos e não olharam, saímos em silêncio, e só quando atravessamos a rua conseguimos respirar alivados! Yeah!!! Conseguimos!!!



E foi isso, minha gente! Agora é só esperar chegar o passaporte em casa!
Realmente ficamos bastante surpresos com toda a logística e organização! Por esse breve momento quase esquecemos que estávamos no Brasil, é tão difícil ver as coisas funcionarem assim... Mas ficou claro que é possível! É só querer, se preparar e se organizar, viu, Dilma?

Kisses,
Alyne
(aquela que sonha em trazer orelhinhas do Mickey pra casa! E pedir um autógrafo do Obama, aquele lindo!)

quinta-feira, 4 de abril de 2013

CASAMENTICES #2

Não dizem que a comunicação é o segredo para o sucesso dos relacionamentos?
Então...

(clica que aumenta!)

Pra você que não entendeu minha grafia maravilhosa:

"Meu querido marido,
prometo que amanhã serei uma esposa mais legal e farei uma janta decente.
Mas hoje a cama precisou muito de mim e como eu sempre ajudo o próximo (e ela estava mais próxima do que você no momento) tive que ampará-la em caráter emergencial!
Tá aí a Wendy que não me deixa mentir sozinha!
Mas você é um rapaz inteligente, bonito e esperto, sei que você vai dar um jeitinho de se alimentar!

                                      Te amo!

                                                    Marida

P.S.: a cama já está melhor, não precisa ir ajudar também."


Beijos preguiçosos,
Alyne
(aquela que recebeu elogio do marido pela criatividade do bilhete)